sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Manutenção técnica no serviço de acesso a internet
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Software faz laptop emitir pedido de socorro em caso de roubo
São Paulo, 4 de fevereiro de 2009 – Não satisfeita com recursos de proteção de notebooks como criptografia, biometria ou mesmo cadeados, uma empresa americana chamada Front Door Software criou uma ferramenta que faz o portátil emitir sinais sonoros ou visuais quando for roubado.
Com o Retriever Computer Security Product, é possível ativar a distância, por exemplo, uma fala como “Socorro! Este laptop foi perdido ou roubado! Você não é o meu dono!”. O usuário ainda pode personalizar o som de acordo com seu gosto, usando a própria voz para gravar novos alertas.
Além disso, também dá para colocar um aviso de propriedade no computador e atualizá-lo mesmo que a máquina não esteja conectada à web. A informação ajudaria pessoas honestas a entrar em contato para devolver o equipamento.
Outras opções incluem enviar uma mensagem de texto ao ladrão (a janela aparece na tela do computador), usar um código de bloqueio previamente cadastrado para impedir o acesso aos dados ou até mesmo obter, com ajuda do Google Mapas, a localização geográfica do computador. A empresa garante que, com tudo isso, a chance de recuperar o equipamento é de mais de 97%.
O software funciona com Windows Vista e XP e Mac OS X. A licença válida por três anos custa US$ 29,95, mas ele pode ser testado de graça por 90 dias.
Fonte: WNews
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Golpe por e-mail fica mais sofisticado
Cuidado! Eles estão atrás de sua senha do banco, dos números dos seus cartões de crédito e de outras informações financeiras. Os golpes por e-mail estão se tornando cada vez mais sofisticados. Há alguns anos, os criminosos virtuais tinham como objetivo infestar o maior número de internautas que conseguissem, danificando instalações de software. Hoje, eles querem dinheiro das vítimas, que clicam em links e abrem anexos em mensagens duvidosas de correio eletrônico.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa no Estadão.